terça-feira, fevereiro 21st, 2012 | Author: admin

Hora de Enrico fazer graça com a camiseta Petit Retro (54 reais), a calça Yep (89 reais) e o tênis Marisol para Pirfim Pímpim (48 reais)

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domingo, fevereiro 19th, 2012 | Author: admin

Quem resite? Ana Beatriz usa conjunto de vestido, calcinha e lenço Petistii (69,90 reais). A pantufa é 8b Moderno (23 reais)

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sexta-feira, fevereiro 17th, 2012 | Author: admin

Sim, dá para sair do lugar-comum na hora de vestir o seu bebê. Quando ete receber a visita da família coruja, você prova que entende tanto de moda quanto de decoração.

Kayke está pronto para qualquer evento bacana com a bermuda Baby Club para C&A (25.90 reais), a camiseta 8b Moderno (47 reais) e o tênis Puma (162 reais).

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sexta-feira, fevereiro 17th, 2012 | Author: admin

Enfeites de porta lembrancinhas, bonders, apliques, quadros, móveis, enxoval, berço, cama, tapetes, luminárias, acessórios, projetos especiais.

 

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quarta-feira, fevereiro 15th, 2012 | Author: admin

Além de ler histórias, os pais podem inventar algumas com base nas ilustrações do livro e de acontecimentos do cotidiano do filho. Eles adoram ouvir seu dia-a-dia narrado em tom» de fantasia, é necessário que os pais também respeitem o gosto das crianças pela repetição. “Os pequenos são capazes de ouvir dezenas de vezes a mesma história, e isso faz parte do desenvolvimento”, explica Maria Lúcia. “A cada etapa da narrativa decorada, a criança se sente com o controle daquela situação,” Nada mais reconfortante. Não existem fórmulas nem regras cientificamente comprovadas quando o assunto é gostar de ler, mas Ruth Rocha tem uma frase sábia que cabe perfeitamente nesse caso: “A maneira efetiva é a afetiva”. CLÁSSICOS PARA SEMPRE A partir dos 4 anos, é preciso levar em conta os interesses dos pequenos. Alguns adoram dinossauros, outros gostam dos seres do mar, outros preferem os carros. As possibilidades são bem variadas e escolher já é uma forma de aprendizado. Os adultos precisam dar uma lida no volume escolhido antes de passar no caixa. É preciso se certificar de que a narrativa está bem construída, se a tradução é boa e se a mensagem está de acordo. Dentre a vasta gama oferecida nas livrarias, convém não esquecer os clássicos da literatura infantil – contos de fadas e fábulas que têm lugar na estante (e na atenção) de crianças entre 2 anos e meio e 3. São perfeitos para ser lidos pelos pais antes da alfa-betizacão da criança. Alguns pais relutam em adotar os contos de fadas para os seus filhos. Afinal, antes do “felizes para sempre” os protagonistas passam por situações trágicas e assustadoras. A Branca de Neve é envenenada, a avó de Chapeuzinho Vermelho é engolida pelo Lobo Mau, a Cinderela é tratada como escrava pela madrasta. Os exemplos são muitos e arrepiantes se vistos sem a capa da fantasia. Então, por que narrativas assim continuam fascinando as crianças? A professora Maria Lúcia Pi-mentel explica que elas podem ser analisadas sob a óptica da psicanálise. “Os contos de fadas fazem a transfiguração fantasiosa de males concretos”, diz. “A criança gosta de sentir medo na ficção, pois ali ela tem o controle da situação: ela pode fechar o livro ou pedir para os pais pararem de ler” Para a escritora Ruth Rocha, o mérito dos contos de fadas está na identificação que a criança tem com o personagem central. “Eles são semelhantes, pois são pequenos e indefesos; mas mesmo assim conseguem superar os perigos”, explica. As crianças também aprendem a lidar com as perdas por meio desses contos, A escritora só faz uma ressalva: as histórias em que há a figura da madrasta. A configuração das famílias mudou e a madrasta está presente na vida de muitas crianças. Nas historinhas, elas não são más por acaso, já que representariam o lado da mãe, são a antítese da doçura: a mãe quando brava ou mais humanizada. A pedagoga Renata Mundt também acredita que narrativas mais tristes são necessárias. Ela conta que existe hoje na literatura infantil uma tendência à abordagem de temas como morte e separação, assuntos doloridos, mas reais. “Nem tudo termina com a frase e viveram felizes para sempre’” ela diz. Mas, com um livro, a vida sempre pode ficar muito mais interessante.

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quarta-feira, fevereiro 15th, 2012 | Author: admin

A poltrona é herança da família e foi revestida de couro ecológico da Donatelli pela Flor do Lar. No detalhe do armário há espaço para três fotografias do bebê. Note que o porta-treco tem vários bolsos, deixando lencinhos e fraldas perto do trocador (Belle Petit). Os acessórios de madeira pintada, como o conjunto de higiene e puxadores, são da Tatakuki. Execução da marcenaria Eduardo Lincoln Amadio. A persiana rolo ameniza a luminosidade natural (Luxaflex).

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segunda-feira, fevereiro 13th, 2012 | Author: admin

É ainda no berço que a criança desenvolve o gosto pelos livros. Portanto, comece já a despertar no seu bebê esse grande prazer. Como? Com um passo de cada vez.

Tudo começa no aconchego do colo macerno: é com a melodia suave das cancigas de ninar que a criança estabelece as primeiras ligações com o mundo. Mais tarde, será o som das palavras “era uma vez…” que fará com que as crianças descubram um universo mágico e também estreitem a relação com os pais. Contos de fadas, fábulas e lendas encantam o público infantil desde o tempo em que o homem começou a desenvolver a linguagem. Tudo bem, as historinhas são leves, aparentemente. Maniqueístas, aparentemente. O fato é que elas exer- ‘ cem um papel fundamental no amadurecimento emocional e psíquico das crianças. Por meio da narrativa, o pequeno leitor (ou melhor, ouvinte) ‘ aprende a dominar seus medos e angústias, percebe que suas dúvidas e inseguranças não são apenas suas, descobre a delícia que é se deixar levar pela imaginação e ainda aprende a dominar as linguagens oral e escrita. Uma das mais queridas escritoras brasileiras, Ruth Rocha é taxativa quando surge a pergunta: como fazer as crianças gostarem de ler? “A criança aprende a amar os livros quando vê os pais lendo”, garante. Mãe de quatro filhos e avó de sete crianças, a especialista em literatura infantil e professora titular do Departamento de Letras da Universidade de São Paulo Maria Lúcia Pimen-tel de Sampaio Góes concorda. Também escritora – 5,5 milhões de livros vendidos ao longo de 35 anos -, ela lembra que costumava mostrar livri-nhos para os netos assim que eles começavam a interagir. Mostrava sempre o mesmo, aproveitando as figuras para brincar com os sons e expressões. Um dia, ao repetir o gesto, viu sua neta de 6 meses cair no choro na hora em que exibiu a ilustração de um patinho chorando. “Apesar de ainda ser um bebê, ela já sabia identificar a emoção daquela cena”, lembra orgulhosa. Mas, como em toda história de amor, a da criança com o livro precisa ter intimidade e carinho, por isso o contato deve começar logo. “Vejo tanta gente comprando enfeites para o quarto do bebê, mas poucos preocupados em ter livros à vista e ao alcance das mãozinhas das crianças”, comenta. Manter livros por perto e deixar o bebê manipulá-los é um estímulo e tanto. “O livro passa a fazer parte da brincadeira, do cotidiano da criança, assim como os bichinhos de pelúcia e outros brinquedos tão queridos”, diz a professora. Se por acaso a criança estragar um exemplar, nada de brigas. “É natural que isso ocorra e é preciso ter paciência, senão o pequeno pode ficar com receio de mexer naquele objeto novamente” ensina Ruth.
TUDO TEM SUA HORA Com 1 ano e meio o bebê já tem concentração suficiente para ouvir historinhas. Como sua relação com o livro também é tátil, tenha em mente que até os 2 anos a criança vai brincar mais do que olhar. Por isso, deixe à mão livrinhos de materiais resistentes, com figuras coloridas e de bichos, no banho, no carrinho, no cadeirão. A medida que vão crescendo, eles passam a gostar de texturas e a reconhecer algumas figuras que fazem parte do seu cotidiano. A pedagoga e tradutora de livros infanto-juvenis Renata Dias Mundt conta que, ao tirar a fralda do filho de quase 2 anos, deu a ele no mesmo instante um livro que retratava situação semelhante. “O interesse dele foi instantâneo: reconhecia o peniquinho, o carrinho que o menino da história tinha, descobriu um semelhante”, conta Renata, que também atua como consultora de editoras focadas no público infantil.

 

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segunda-feira, fevereiro 13th, 2012 | Author: admin

Duas tonalidades suaves -verde e azul – se encontram para formar a base de um território calmo. Rodrigo, o dono do lugar, também é assim.

O berço da Babylandia soma 10 anos e já pertenceu a quatro bebês. A Belle Petit forneceu todo o enxoval do quarto em que a decoradora Adriana Di Garcia assina o desenho dos móveis.

Imagine-se grávida acompanhando corridas do Campeonaco Paulista de Marcas e Pilotos nas arquibancadas do autódromo de Interlagos, em São Paulo. Pois era assim, com emoção a mil, que Regiane Vallone torcia pelo marido, Carlos Alberto. E a correria saltou, literalmente, das pistas para a decoração. “Apenas no sétimo mês de gravidez comecei a pensar no quarto de Rodrigo. Precisei do apoio de uma profissional para que tudo ficasse pronto a tempo” lembra Regiane. A decoradora Adriana Di Garcia planejou a distribuição dos móveis laqueados e, com exceção da poltrona e do berço, desenhou todos eles. Sulcos feitos na madeira dão um toque moderninho à marcenaria. Motivos de carrinhos, helicópteros, aviões e motos aparecem nos puxadores e nas almofadas, como uma singela homenagem ao pai. “O casal estava em dúvida em relação às cores, entre o azul e o verde. Decidimos pela mistura dos tons e associamos ao branco. É uma composição bem tranqüila” ressalta Adriana.

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sábado, fevereiro 11th, 2012 | Author: admin

O berço da Castelinho foi incrementado com o porta-trecos da Família Ripinica, ateliê que fez também as coloridas almofadas e a manta sobre a poltrona – herança de família renovada com capa de sarja peletizada da Covering (confecção de Cabriela Graça Couto). Repare que na parede da bicama (colcha, almofadas, cortina e trocador da Bb Moderno) o iambri de 0,30 x 2,60 m, com frisos de 1 cm, vai até o teto, enquanto no lado aposto chega a apenas 1,60 in, deixando espaço para a pintura cor de menta (Suvinil acrílica fosca, G0S3*, feita por Lucindo Tibúrcio). A estante de 1,80 x 2,60 x 0,60 m, executada por Arlindo Gonçalves Ferreira, exibe um detalhe inteligente: um nicho com porta de correr (1,10 x 0,20 m) para guardar as fraldas.

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quinta-feira, fevereiro 09th, 2012 | Author: admin

Planejado nos mínimos detalhes e com uma marcenaria feita sob medida, o quarto de Luiza aproveita cada centímetro de seus 10 m2.

A advogada carioca Marcela Tosces queria cer espaço para absolucamente tudo no pequeno quarto reservado para receber sua primeira filha, Luiza, agora com 1 ano e meio. Coube às decoradoras Chrisciana Kahl, Adriana Ferraz e Márcia Bebbiano, da Projeto3 Interiores, a difícil tarefa de colocar televisão, cama, poltrona e berço em apenas 10 nf. “A solução foi desenhar um móvel único que servisse de trocador, estante e ainda tivesse espaço para TV e luminária. Até o nicho para guardar fraldas foi projetado nesse mesmo móvel, em uma altura cômoda para a mãe”, explica Christiana. Os tons de menta e tangerina foram os escolhidos para combinar com o branco e aparecem pontuando detalhes na estampa do enxoval e na pintura da parede acima do lambri. “Queria fugir do rosa e de excesso de frufrus. Meu objetivo era compor um ambiente que não cansasse logo”, diz Marcela. “E acho que consegui.”

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