Hora de Enrico fazer graça com a camiseta Petit Retro (54 reais), a calça Yep (89 reais) e o tênis Marisol para Pirfim Pímpim (48 reais)
Quem resite? Ana Beatriz usa conjunto de vestido, calcinha e lenço Petistii (69,90 reais). A pantufa é 8b Moderno (23 reais)
Sim, dá para sair do lugar-comum na hora de vestir o seu bebê. Quando ete receber a visita da família coruja, você prova que entende tanto de moda quanto de decoração.
Kayke está pronto para qualquer evento bacana com a bermuda Baby Club para C&A (25.90 reais), a camiseta 8b Moderno (47 reais) e o tênis Puma (162 reais).
Enfeites de porta lembrancinhas, bonders, apliques, quadros, móveis, enxoval, berço, cama, tapetes, luminárias, acessórios, projetos especiais.
Além de ler histórias, os pais podem inventar algumas com base nas ilustrações do livro e de acontecimentos do cotidiano do filho. Eles adoram ouvir seu dia-a-dia narrado em tom» de fantasia, é necessário que os pais também respeitem o gosto das crianças pela repetição. “Os pequenos são capazes de ouvir dezenas de vezes a mesma história, e isso faz parte do desenvolvimento”, explica Maria Lúcia. “A cada etapa da narrativa decorada, a criança se sente com o controle daquela situação,” Nada mais reconfortante. Não existem fórmulas nem regras cientificamente comprovadas quando o assunto é gostar de ler, mas Ruth Rocha tem uma frase sábia que cabe perfeitamente nesse caso: “A maneira efetiva é a afetiva”. CLÁSSICOS PARA SEMPRE A partir dos 4 anos, é preciso levar em conta os interesses dos pequenos. Alguns adoram dinossauros, outros gostam dos seres do mar, outros preferem os carros. As possibilidades são bem variadas e escolher já é uma forma de aprendizado. Os adultos precisam dar uma lida no volume escolhido antes de passar no caixa. É preciso se certificar de que a narrativa está bem construída, se a tradução é boa e se a mensagem está de acordo. Dentre a vasta gama oferecida nas livrarias, convém não esquecer os clássicos da literatura infantil – contos de fadas e fábulas que têm lugar na estante (e na atenção) de crianças entre 2 anos e meio e 3. São perfeitos para ser lidos pelos pais antes da alfa-betizacão da criança. Alguns pais relutam em adotar os contos de fadas para os seus filhos. Afinal, antes do “felizes para sempre” os protagonistas passam por situações trágicas e assustadoras. A Branca de Neve é envenenada, a avó de Chapeuzinho Vermelho é engolida pelo Lobo Mau, a Cinderela é tratada como escrava pela madrasta. Os exemplos são muitos e arrepiantes se vistos sem a capa da fantasia. Então, por que narrativas assim continuam fascinando as crianças? A professora Maria Lúcia Pi-mentel explica que elas podem ser analisadas sob a óptica da psicanálise. “Os contos de fadas fazem a transfiguração fantasiosa de males concretos”, diz. “A criança gosta de sentir medo na ficção, pois ali ela tem o controle da situação: ela pode fechar o livro ou pedir para os pais pararem de ler” Para a escritora Ruth Rocha, o mérito dos contos de fadas está na identificação que a criança tem com o personagem central. “Eles são semelhantes, pois são pequenos e indefesos; mas mesmo assim conseguem superar os perigos”, explica. As crianças também aprendem a lidar com as perdas por meio desses contos, A escritora só faz uma ressalva: as histórias em que há a figura da madrasta. A configuração das famílias mudou e a madrasta está presente na vida de muitas crianças. Nas historinhas, elas não são más por acaso, já que representariam o lado da mãe, são a antítese da doçura: a mãe quando brava ou mais humanizada. A pedagoga Renata Mundt também acredita que narrativas mais tristes são necessárias. Ela conta que existe hoje na literatura infantil uma tendência à abordagem de temas como morte e separação, assuntos doloridos, mas reais. “Nem tudo termina com a frase e viveram felizes para sempre’” ela diz. Mas, com um livro, a vida sempre pode ficar muito mais interessante.
A poltrona é herança da família e foi revestida de couro ecológico da Donatelli pela Flor do Lar. No detalhe do armário há espaço para três fotografias do bebê. Note que o porta-treco tem vários bolsos, deixando lencinhos e fraldas perto do trocador (Belle Petit). Os acessórios de madeira pintada, como o conjunto de higiene e puxadores, são da Tatakuki. Execução da marcenaria Eduardo Lincoln Amadio. A persiana rolo ameniza a luminosidade natural (Luxaflex).
É ainda no berço que a criança desenvolve o gosto pelos livros. Portanto, comece já a despertar no seu bebê esse grande prazer. Como? Com um passo de cada vez.
Tudo começa no aconchego do colo macerno: é com a melodia suave das cancigas de ninar que a criança estabelece as primeiras ligações com o mundo. Mais tarde, será o som das palavras “era uma vez…” que fará com que as crianças descubram um universo mágico e também estreitem a relação com os pais. Contos de fadas, fábulas e lendas encantam o público infantil desde o tempo em que o homem começou a desenvolver a linguagem. Tudo bem, as historinhas são leves, aparentemente. Maniqueístas, aparentemente. O fato é que elas exer- ‘ cem um papel fundamental no amadurecimento emocional e psíquico das crianças. Por meio da narrativa, o pequeno leitor (ou melhor, ouvinte) ‘ aprende a dominar seus medos e angústias, percebe que suas dúvidas e inseguranças não são apenas suas, descobre a delícia que é se deixar levar pela imaginação e ainda aprende a dominar as linguagens oral e escrita. Uma das mais queridas escritoras brasileiras, Ruth Rocha é taxativa quando surge a pergunta: como fazer as crianças gostarem de ler? “A criança aprende a amar os livros quando vê os pais lendo”, garante. Mãe de quatro filhos e avó de sete crianças, a especialista em literatura infantil e professora titular do Departamento de Letras da Universidade de São Paulo Maria Lúcia Pimen-tel de Sampaio Góes concorda. Também escritora – 5,5 milhões de livros vendidos ao longo de 35 anos -, ela lembra que costumava mostrar livri-nhos para os netos assim que eles começavam a interagir. Mostrava sempre o mesmo, aproveitando as figuras para brincar com os sons e expressões. Um dia, ao repetir o gesto, viu sua neta de 6 meses cair no choro na hora em que exibiu a ilustração de um patinho chorando. “Apesar de ainda ser um bebê, ela já sabia identificar a emoção daquela cena”, lembra orgulhosa. Mas, como em toda história de amor, a da criança com o livro precisa ter intimidade e carinho, por isso o contato deve começar logo. “Vejo tanta gente comprando enfeites para o quarto do bebê, mas poucos preocupados em ter livros à vista e ao alcance das mãozinhas das crianças”, comenta. Manter livros por perto e deixar o bebê manipulá-los é um estímulo e tanto. “O livro passa a fazer parte da brincadeira, do cotidiano da criança, assim como os bichinhos de pelúcia e outros brinquedos tão queridos”, diz a professora. Se por acaso a criança estragar um exemplar, nada de brigas. “É natural que isso ocorra e é preciso ter paciência, senão o pequeno pode ficar com receio de mexer naquele objeto novamente” ensina Ruth.
TUDO TEM SUA HORA Com 1 ano e meio o bebê já tem concentração suficiente para ouvir historinhas. Como sua relação com o livro também é tátil, tenha em mente que até os 2 anos a criança vai brincar mais do que olhar. Por isso, deixe à mão livrinhos de materiais resistentes, com figuras coloridas e de bichos, no banho, no carrinho, no cadeirão. A medida que vão crescendo, eles passam a gostar de texturas e a reconhecer algumas figuras que fazem parte do seu cotidiano. A pedagoga e tradutora de livros infanto-juvenis Renata Dias Mundt conta que, ao tirar a fralda do filho de quase 2 anos, deu a ele no mesmo instante um livro que retratava situação semelhante. “O interesse dele foi instantâneo: reconhecia o peniquinho, o carrinho que o menino da história tinha, descobriu um semelhante”, conta Renata, que também atua como consultora de editoras focadas no público infantil.
Duas tonalidades suaves -verde e azul – se encontram para formar a base de um território calmo. Rodrigo, o dono do lugar, também é assim.
O berço da Babylandia soma 10 anos e já pertenceu a quatro bebês. A Belle Petit forneceu todo o enxoval do quarto em que a decoradora Adriana Di Garcia assina o desenho dos móveis.
Imagine-se grávida acompanhando corridas do Campeonaco Paulista de Marcas e Pilotos nas arquibancadas do autódromo de Interlagos, em São Paulo. Pois era assim, com emoção a mil, que Regiane Vallone torcia pelo marido, Carlos Alberto. E a correria saltou, literalmente, das pistas para a decoração. “Apenas no sétimo mês de gravidez comecei a pensar no quarto de Rodrigo. Precisei do apoio de uma profissional para que tudo ficasse pronto a tempo” lembra Regiane. A decoradora Adriana Di Garcia planejou a distribuição dos móveis laqueados e, com exceção da poltrona e do berço, desenhou todos eles. Sulcos feitos na madeira dão um toque moderninho à marcenaria. Motivos de carrinhos, helicópteros, aviões e motos aparecem nos puxadores e nas almofadas, como uma singela homenagem ao pai. “O casal estava em dúvida em relação às cores, entre o azul e o verde. Decidimos pela mistura dos tons e associamos ao branco. É uma composição bem tranqüila” ressalta Adriana.
O berço da Castelinho foi incrementado com o porta-trecos da Família Ripinica, ateliê que fez também as coloridas almofadas e a manta sobre a poltrona – herança de família renovada com capa de sarja peletizada da Covering (confecção de Cabriela Graça Couto). Repare que na parede da bicama (colcha, almofadas, cortina e trocador da Bb Moderno) o iambri de 0,30 x 2,60 m, com frisos de 1 cm, vai até o teto, enquanto no lado aposto chega a apenas 1,60 in, deixando espaço para a pintura cor de menta (Suvinil acrílica fosca, G0S3*, feita por Lucindo Tibúrcio). A estante de 1,80 x 2,60 x 0,60 m, executada por Arlindo Gonçalves Ferreira, exibe um detalhe inteligente: um nicho com porta de correr (1,10 x 0,20 m) para guardar as fraldas.
Planejado nos mínimos detalhes e com uma marcenaria feita sob medida, o quarto de Luiza aproveita cada centímetro de seus 10 m2.
A advogada carioca Marcela Tosces queria cer espaço para absolucamente tudo no pequeno quarto reservado para receber sua primeira filha, Luiza, agora com 1 ano e meio. Coube às decoradoras Chrisciana Kahl, Adriana Ferraz e Márcia Bebbiano, da Projeto3 Interiores, a difícil tarefa de colocar televisão, cama, poltrona e berço em apenas 10 nf. “A solução foi desenhar um móvel único que servisse de trocador, estante e ainda tivesse espaço para TV e luminária. Até o nicho para guardar fraldas foi projetado nesse mesmo móvel, em uma altura cômoda para a mãe”, explica Christiana. Os tons de menta e tangerina foram os escolhidos para combinar com o branco e aparecem pontuando detalhes na estampa do enxoval e na pintura da parede acima do lambri. “Queria fugir do rosa e de excesso de frufrus. Meu objetivo era compor um ambiente que não cansasse logo”, diz Marcela. “E acho que consegui.”












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