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Saturday, January 19th, 2013 | Author:

Oseu filho já nasce com a capacidade de perceber a luz, natural ou artificial, e desde a sua chegada em casa você pode acostumálo a uma diferença básica do cotidiano: o dia e a noite.
Assim, de manhã, quando o bebê acordar, abra o quarto, deixando o sol entrar em seu interior. A luz é essencial para a criança e essa simples atitude proporcionará um ambiente saudável em seu quartinho. Mas nada de exageros. A luz direta e intensa não será nada agradável para os seus olhinhos. Se um forte facho de luminosidade incomodálo, puxe o forro da cortina.

Reconhecendo o dia e a noite:
É importante que o bebê fique na claridade, de preferência natural, todos os momentos em que estiver acordado, seja no seu quarto ou em outras dependências da casa.
Logicamente, um bebê necessita de um período maior de repouso do que um adulto, que vai sendo aos pouquinhos mais reduzido, na proporção de seu crescimento. Quando ele dorme, precisa de um ambiente escuro para descansar com tranqüilidade.
Agindo desta maneira você permite que o bebê comece naturalmente a respeitar o dia e a noite através da iluminação do seu espaço.

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Saturday, October 13th, 2012 | Author:

Assim, você poderá, de vez em quando, ligar o rádio bem baixinho e com músicas suaves, proporcionando à criança o contato com diferentes sons. Porém, nada de muito barulho ou muitas pessoas falando ao mesmo tempo. O bebê poderá ficar assustado ou, no mínimo, atordoado.
Uma outra forma de incentivar a percepção sonora do bebê são os brinquedos musicais, recomendados por utilizarem temas apropriados a sua idade. No entanto, o silêncio também é importante no processo de autoconhecimento do bebê, que se distrai lidando com seus próprios estímulos.

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Thursday, October 11th, 2012 | Author:

A audição é um tipo de percepção que se encontra bem desenvolvido desde o nascimento da criança e precisa ser estimulado.
Por isso, é importante falar com o bebê sempre que você estiver cuidando dele ou simplesmente ao seu lado.
Limitar o nenê somente a sua voz, caso você fique sozinha com ele a maior parte do dia, não é o ideal. Para estimulá-lo, é necessário ouvir outras pessoas e ruídos, atentando para um volume moderado.

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Tuesday, October 09th, 2012 | Author:

Para amamentá-lo ou fazer a toa-lete à noite, o ideal é uma iluminação bem suave, que não rompa o seu estado de semi-acordado.
Os reguladores de densidade de luz, acoplados ao interruptor e de fácil instalação, são uma opção prática e eficaz. Mas, se você se decidir por um abajur, coloque-o a certa distância do berço e a luminária deve ser pendurada no teto, caindo sobre um espaço neutro do quarto. Em qualquer dos casos, a cúpula deve cobrir inteiramente a lâmpada. Outra solução é utilizar lâmpadas que contenham no bojo uma proteção metálica.

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Tuesday, July 31st, 2012 | Author:

Finalmente dos oito meses a um ano de idade, suas habilidades motoras estão ainda mais evoluídas. Incentive-o a caminhar e subir alguns degraus de escada, apresente brinquedos de encaixe, livros com figuras grandes e coloridas, papéis para serem amassados. No momento das refeições, incentive-o a comer sozinho, mesmo que faça “aquela sujeira!”
Aproveite cada momento, cada fase de seu bebê. É fascinante quando podemos observar o seu desenvolvimento mês a mês e suas respostas aos estímulos oferecidos, principalmente quando estes são feitos com amor, carinho e dedicação.

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Sunday, July 15th, 2012 | Author:

Famílias ficam anos na fila para adotar uma criança.

o Brasil quem procura um filho para adotar descobre que a espera leva bem mais do que os nove meses de gestação. Os candidatos, casados, solteiros, viúvos ou divorciados, desde que sejam maiores de idade, e tenham uma diferença de idade entre o adotado de pelo menos 16 anos, devem provar que têm respeitabilidade, equilíbrio emocional, além de estrutura financeira mínima para dar conta do recado.

Um processo de adoção, aqui, pode se arrastar por longos anos.
A adoção que seria a melhor saída para garantir uma infância digna aos pequenos também impõe suas limitações com o excesso de exigências, preconceito e discriminação, palavras que muitas vezes atrapalham ainda mais todo o processo. O limite de idade e a preferência pela pele branca, são requisitos que, na maioria das vezes, obrigam o adotante esperar um pouco mais para realizar o sonho de criar uma criança.
Não só os trâmites legais são demorados, como a burocracia é temperamental. A fisioterapeuta Tatiana Ivonica Petenati, que está com o seu marido na fila de adoção há dois anos e meio, diz que o processo todo é um grande teste de paciência. Como é residente de Guarulhos, na Grande São Paulo, só pode permanecer na fila de adoção da sua cidade e a espera é grande: “em um ano, apenas uma criança foi adotada na cidade”.
Também ê fundamental destacar que muitos dos que desejam adotar um bebê recorrem a esquemas informais e driblam todo o processo judicial de uma adoção legalizada. Alguns até “burlam” a lei e conseguem passar adiante na fila de espera, em conseqüência, outros sofrem por este ato, como Tatiana, que ficou indignada quando sua classificação na lista passou de 16a para 20-, “é incrível, todo ano eles dizem que só ficarei mais um ano na fila, mas até agora nada aconteceu”.
Mas a batalha não pára por aí, quando a família consegue adotar uma criança o processo ainda se estende por mais seis meses a um ano para conseguir a guarda definitiva. Durante este tempo, a família passa pelo Estágio de Convivência, que dura o tempo que o juiz achar conveniente para julgar o caso. Nesse período, a criança passa por um convívio com o adotante, que é avaliado periodicamente por psicólogos e assistentes sociais, através de entrevistas, visitas domiciliares e pareceres técnicos.
Após a sentença de adoção, é expedido um mandado que altera a certidão de nascimento da criança quanto à filiação, sobrenome e até mesmo o nome, se o casal ou o menor assim desejar. A criança passa a ser herdeira dos pais adotivos e os pais passam a ter as mesmas obrigações que teriam com os seus filhos naturais, ou seja, prover assistência material, moral e educacional.
Para a advogada Cristiane Avizú, “é importante que o Estado desenvolva políticas públicas no sentido de agilizar e desburocratizar esse processo, mas que nunca deixe de lado o sistema de proteção ao menor, que hoje encontra-se garantido pelo Estatuto da Criança e do Adolescente”.
Quem quer adotar uma criança deve encaminhar-se ã Vara da Infância e Juventude mais próxima de sua casa, levando carteira de identidade e comprovante de residência e preencher a ficha de Inscrição para Cadastro de Adoção, onde o adotante, entre outras coisas, selecionará a idade e sexo da criança.

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Friday, July 13th, 2012 | Author:

Marina que foi criada pela avó conta em depoimento emocionante a trajetória de sua vida, marcada pela rejeição da mãe, Cristina, que mesmo antes de dar à luz jã dava sinais de que não iria passar muito tempo perto da filha.
“Quando minha mãe engravidou pensou em fazer um aborto, pois além de não estar apaixonada pelo namorado, estava prestes a se mudar para o exterior para estudar. Na época ela tinha 20 anos e um filho não estava em seus planos. Porém, minha avó, Maria Aparecida, descobriu a gravidez e a proibiu de irem frente. Disse que não precisava casar, mas teria que adiar os estudos e assumir a responsabilidade pelo filho. Tenho a impressão que o desprezo de minha mãe por mim começou naquele momento. Por mais que minha avó, que era uma mulher que tinha criado duas filhas sozinhas (meu avô morreu muito cedo), tentasse mostrar a ela todos os prazeres da maternidade, dizendo que ela ainda era nova e poderia retomar os estudos no futuro, minha mãe não se conformava e passou a culpar a gravidez por todas as suas “desgraças”. Nove meses depois eu nasci saudável, apesar da rejeição. Até hoje não sei quem é meu pai e também não tenho interesse em saber. Assim que soube da gravidez de minha mãe sumiu. Ela, por sua vez, também fugiu quando eu estava com apenas dois meses de vida. Minha avó desesperada, a procurou em vários lugares, mas só tivemos notícias um ano depois. Numa tarde de domingo a campainha tocou. Na época eu começava a aprender a andar. Era ela, trazendo uma boneca e relatando toda.sua aventura. Tinha trabalhado e economizado dinheiro para comprar uma passagem para os Estados Unidos, iria se mudar no próximo mês e tinha passado para saber se estava tudo bem conosco. É claro que ouviu um sermão de minha avó que tentou fazer com que ela mudasse de idéia, que ficasse para nos ajudar. Porém, mais uma vez ela se negou a assumir o papel de mãe, dizia que tinha outras ambições e que sabia que minha avó estava fazendo um bom trabalho.
Resignada a pobre senhora aceitou a situação, mas fez minha mãe prometer dar notícias sempre. O mais incrível é que apesar da angústia e tristeza que sentia por não ter a filha por perto, me criou com muito amor e carinho. Cresci feliz e saudável, a chamava de mãe e quando tinha idade suficiente, ela me contou toda a história.
Minha tia também sempre ajudou, não só emocionalmente, mas financeiramente. Apesar de ter sua própria
família, passava em casa toda semana para saber como estavam as coisas. Tínhamos notícias de minha mãe umas duas vezes por ano, quando ligava ou nos escrevia. Morou dez anos fora e quando voltou foi viver no Rio de Janeiro, nós morávamos em São Paulo. Nunca se casou e pelo que sabemos sempre morou sozinha.
Jã tive muita raiva e mágoa de minha mãe, pelo modo egoísta como agiu. Não por mim, até porque nunca tive a oportunidade de criar um vínculo com ela, mas por minha avó, que com 63 anos, depois de criaras filhas e trabalharduro a vida toda, teve que assumir um bebê. Mas seu coração é imenso e se ela nunca guardou rancores de minha mãe quem sou eu para isso.

Estou com 20 anos e trabalho para pagar as despesas de casa que são complementadas com a aposentadoria de minha avó. Atualmente, meu maior objetivo e satisfação é poder cuidar daquela que foi e sempre será minha verdadeira mãe”.

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Tuesday, July 03rd, 2012 | Author:

A higiene bucal é um hábito que deve ser adotado desde cedo.

Os pais devem estar conscientes de suas responsabilidades e participação na saúde dentária de seus filhos, e acreditar que existem recursos que podem ser utilizados para prevenir, melhorar ou manter o equilíbrio das estruturas bucais dos mesmos.
É importante que as gengivas do bebê sejam mas-sageadas e a cavidade bucal limpa pelo menos uma vez ao dia, de preferência após a última mamada, utilizando-se gaze ou uma fralda limpa e água filtrada ou uma solução prescrita pelo odontopediatra.
Com a erupção do primeiro dente, começam a ser criadas as condições para a colonização precoce das bactérias causadoras da doença cárie, sendo a mãe a principal fonte de transmissão para o filho. A saliva é o principal vetor de transmissão bacteriana, por isso deve-se evitar o uso compartilhado de escovas de dentes e talheres, beijar o rosto do bebê ou assoprar sua comida.
Após o aparecimento do primeiro dentinho, deve-se continuar a limpeza com gaze ou fralda limpa embebida em água filtrada para remover resíduos alimentares. Quando os molares “de leite” (dentes do fundo) começam a aparecer, a higiene deverá ser realizada com a escova, pois estes dentes têm algumas reentrâncias (sulcos) que impedem a limpeza adequada só com a fralda.
O fio dental deve ser utilizado assim que a criança tiver dois dentes que apresentem contato, pois entre os dentes é impossível o acesso da escova e é mais fácil para os responsáveis aprenderem a utilizar o fio dental quando a criança tem poucos dentes.
Por volta dos 3 anos de idade, a criança costuma gostar de escovar os dentes e quer fazê-lo sozinha. Esta atitude deve ser respeitada e estimulada, acrescentando-se apenas a necessidade de ser supervisionada e ter sua escovação complementada pelo responsável, devido a pouca habilidade motora nesta idade.
Não existe um jeito certo de escovar. O importante é que se limpe todos os dentes de todos os lados, promovendo também uma suave massagem na gengiva.
A escova dental tem sua efetividade diminuída com o uso, por isso, há necessidade de troca conforme o desgaste. Não existe uma regra, entretanto, é sugerida a troca a cada 3 meses, pois as cerdas ficam deformadas e perdem sua elasticidade tornado-se ineficazes para uma higiene correta.
A partir dos 5 anos e meio, a criança pode ter os primeiros molares permanentes em erupção e os responsáveis devem ser orientados no sentido de que estes dentes devem ser escovados rotineiramente mesmo nos estágios iniciais. Nesta idade já são recomendadas 3 es-covações diárias após as principais refeições, com atenção especial aos primeiros molares permanentes.
Aos 8 anos a escovação ainda deve ser supervisionada por adultos. É importante, entretanto, considerara habilidade individual de cada criança.

 

 

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Tuesday, August 23rd, 2011 | Author:

Viva melhor todas as etapas da vida.
Cuidar bem da saúde, além de prevenir doenças, oferece mais qualidade de vida. Conheça os alimentos que fazem bem, os exercícios físicos mais indicados para cada caso, como prevenir e tratar doenças e muitas outras informações valiosas para manter hábitos saudáveis.
Afinal, o cuidado agora deve ser em dobro.
Quem procura saúde encontra bem-estar!

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Sunday, January 23rd, 2011 | Author:

Alergias na pele do bebe

EM QUAL MÊS DE VIDA OS BEBÊS COSTUMAM TER ALERGIAS DE PELE? POR QUÊ?

Dra. Mônica: No recém nascido é comum um tipo de lesão chamada dermatite seborréia, mas que vai desaparecendo com o tempo (são aquelas crostas geralmente no couro cabeludo). Já as dermatites atopicas (geralmente em áreas de dobras) podem aparecer nos primeiros meses de vida e ficar por anos.

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