Os berços têm linhas supermodernas, marcadas, principalmente, pelas telas nas laterais, e acabamento laqueado, que garante facilidade na hora de limpar. Para identificar o cantinho de dormir de cada uma das crianças, Sueli, mais uma vez, deu um toque contemporâneo: decorou a cabeceira dos berços com duas fotos ampliadas feitas pela famosa fotógrafa de bebês Anne Guedes. A persiana romana embulida no vão cortineiro foi a sugestão da arquiteta para controlar a luminosidade durante o dia sem carregar a ambientação ou causar problemas alérgicos. Já de noite, ela propôs uma iluminação dimerizada embutida no teto rebaixado com gesso.
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Aliás, os tons madeirados presentes no quarto combinam com os padrões de outros cômodos de minha casa”, explica a designer que integrou a cor branca com eficiência na parede que abriga o móvel da TV em frente da área dos berços; na prateleira; nas gavetas da cômoda; nos revestimentos em sarja presentes na poltroninha de amamentação, nos detalhes internos nas cabeceiras e nos bolsos presos às pesei-ras externas dos berços. O piso laminado carvalho antigo (Durafloor) contrasta com o tapete antialérgico da linha náilon.
O quarto do bebê da mostra Morar Mais por Menos – Brasília 2008 estava encantador. Produzido pela loja Dolce Spazio, assinado pelos decoradores Arnaldo Pinto e Daniele Feitosa, o projeto evidenciou toques do chiquérrimo estilo provençal.
Dos quatro aos sete anos:
E a fase da pré-escola, dos lápis de cor, de cera, canetinhas, canetonas, gizes coloridos, sem cores, dos papéis, das massinhas, do barro… (Cruzes!). Nesse período, a disciplina pode ser um pouco relaxada e os materiais, fáceis de serem limpos para aliviar a ansiedade.
Dos brinquedos preferidos, do ursinho querido (deve ser respeitado, pois faz parte dos objetos transacionais de afeto: é uma ponte com a mãe, enquanto ela não está por perto).
Da “enrolação” na hora de dormir (beber água duzentas vezes, fazer xixi trezentas vezes, lembrar-se de uma coisa muitíssimo importante que se esqueceu de contar durante o dia). Dormir significa o medo de perder o controle.
Do zero aos três anos:
O quarto deve ser despoluído, limpo, claro, tranqüilo.
Deve ter móveis e objetos em que a mãe sinta-se confortável.
Deve ter tudo muito prático. Exemplos: luzes indiretas, gavetas fáceis de serem abertas, trocadores na altura adequada que não favoreçam dores nas costas, peças como chupetas, mamadeiras ao alcance da mão.
O quarto do bebê deve ficar próximo ao da mãe ou possuir uma cama para ela.
Música tranqüila.
Canções de ninar são absolutamente imprescindíveis.
Mas, afinal, o quarto c da mãe ou do bebê? A ra- zão disso tudo é muito simples. Da maneira como a mãe estiver se sentindo, assim estará o nenê. Portanto, sogras, cunhadas ou vizinhas sabichonas e palpiteiras, por favor, afastem-se!
No capricho.
Tudo foi pensado com muito cuidado para que João Antônio tivesse o melhor quarto.
Segundo a teoria das cores, o verde proporciona tranqüilidade para o bebê. E foi pensando nisso que a mamãe Raquel preparou um quarto infantis claro e delicado, baseado no verde em companhia de salmão e azul, tudo em tons pastéis.








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